"Não mergulhe em amores rasos."
(Autor Desconhecido)
Um beijo antes de mentir, já que as mentiras não cabem mais em palavras. Transbordam barbaridades de seus lábios, de seus carinhos, de seus abraços, do seu falso amor. Vivemos um dia-a-dia de mentiras, vivemos um amor mal começado e mentiroso, um apego com medo de se apegar e medo de se perder. Nos enganamos entre beijos e amassos. Puros desejos. Puras mentiras. E mentiras duradouras nos fazem acreditar nelas, vivenciá-las e torná-las parte de nós.
Um beijo antes da partida, antes de desfazer o último nó, antes de romper esse vínculo doloroso, antes de fazer desse tudo o verdadeiro nada de antes. Um único carinho perpétuo e bárbaro por fim, um beijo para selar uma mentira a mais, mais uma falsa carícia, um pouco de amor salpicado de ódio, mais uma mentira para incrementar, mais um sorriso que esconda essa prisão e tempere com doçura e tensão esse amor revoltoso. Vivemos algo parecido com um mar intenso e sem fim, como uma mentira. Outra mentira pra formar essa teia que estamos tecendo. Nos colocando dentro da nossa própria armadilha. Nos impedindo de viver. Nos tornando uma parte conjunta um do outro, mas ao mesmo tempo nos separando e nos matando internamente. Uma pequena mistura de amor e ódio, desejos, mentiras, raivas, angústias, tristezas, alegrias, amores, desamores. AMOR TURBILHÃO.
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
terça-feira, 15 de janeiro de 2013
Amor e morte, lado a lado em um mesmo caminho
Queria um pedaço da lua
Queria um pedaço do céu
Queria um pedaço do arco-íris
Um pedaço do teu sorriso
Outro do seu coração
Queria rosas vermelhas
E uma foto tua junto da minha no caixão
Queria ser um pedaço de um jardim
Um pedaço de amor
Um pedaço da morte
Pra conciliar toda a dor
Queria um pouco de mel
O doce mel dos teus lábios
Queria um canário amarelo
Narrando nossa história
Narrando tua vida
Tua morte
Teu começo
Teu fim
Meu começo
Queria um pedaço do céu
Queria um pedaço do arco-íris
Um pedaço do teu sorriso
Outro do seu coração
Queria rosas vermelhas
E uma foto tua junto da minha no caixão
Queria ser um pedaço de um jardim
Um pedaço de amor
Um pedaço da morte
Pra conciliar toda a dor
Queria um pouco de mel
O doce mel dos teus lábios
Queria um canário amarelo
Narrando nossa história
Narrando tua vida
Tua morte
Teu começo
Teu fim
Meu começo
Nosso fim.
sexta-feira, 30 de novembro de 2012
Poetas e seus possíveis problemas com o amor
"Eu sou poeta e não aprendi a amar."
(Cássia Eller)
"O amor não é para amadores, e eu não sou profissional."
(Caio F. de Abreu)
Talvez poetas tenham problemas com o amor, quem sabe as letras e as poesias preencham tanto suas cabeças que acabem ocupando o coração também, impossibilitando-os de amar. E quem sabe, talvez eu não saiba amar, talvez eu seja uma poeta casada com meus textos, assim como as freiras são casadas com Deus. E ter uma relação profunda com as poesias me protege dos medos, as poesias me entendem, me colocam inteira, de corpo, alma e coração em uma folha de papel toda escrita, poesias me trazem uma visão diferente do mundo.
Poesias nunca abandonam um poeta, talvez por isso exista muito mais amor entre ele e suas folhas preenchidas do que entre ele e as demais pessoas. Talvez poetas sejam alérgicos a pessoas e seu melhor remédio seja um bom livro, talvez poetas não se cansem se escrever e isso proporciona-lhes mais paixão ardente ao coração do que beijos e amassos. Talvez poetas tenham um coração de tinta e penetrem toda a emoção ensanguentada de seus corações em folhas de papel. Mas acima de tudo, poetas são amantes das letras que a lua tece sob suas cabeças frias e seus corações de tinta frenéticos e pulsantes, pulsantes de uma força louca de amor, pulsando letras e versos a todo momento, o coração de um poeta é um poço sem fim algum, é profundo, calmo, só entra quem merece e pra sair de lá só tendo jogados estilhaços ao poeta.
Poetas não jogam indiretas, apenas colocam suas mágoas e decepções num poema e pronto, tudo fica bem, mas diretamente ou não aquele poema é para alguém, só que essa pessoa nunca vai saber. É, poetas tem possíveis problemas com o amor.
Poetas não jogam indiretas, apenas colocam suas mágoas e decepções num poema e pronto, tudo fica bem, mas diretamente ou não aquele poema é para alguém, só que essa pessoa nunca vai saber. É, poetas tem possíveis problemas com o amor.
sábado, 24 de novembro de 2012
Anjo da noite
Agarre minha mão e me leve pra dentro dos teus sonhos, me tire da escuridão, ascenda minha alma e cale meus pensamentos com o doce calor dos teus olhos. Me carregue no teu sono leve, destranque minha mente perturbada.
Abra tuas asas no silêncio oculto da noite, voa através dos meus pensamentos, desfaz minha teia de problemas, esconde meus segredos no teu mundo e deixa eu amar teus traços, teus rabiscos, tuas formas, teus ângulos angelicais.
Me salve daqui, me devolva o ar, coloca teus detalhes misturados junto aos meus, aproveita enquanto é tempo, o sol ainda não nasceu, nossas raízes escuras ainda não desapareceram. Eu estou aqui, não me deixe ir, não solta a minha mão, por favor, não agora, me deixe viver mais um pouco desse sonho, me deixe entrar no teu universo perfeito, conhecer os teus segredos, admirar teu semblante de anjo. Não me deixe colidir com a realidade agora, porque eu juro que nunca me senti tão viva antes.
Quando a noite acabar se escondas no brilho das estrelas, me espere até que o sol se ponha, me espere pra me fazer respirar de novo.
domingo, 18 de novembro de 2012
Apenas um retrato de uma vida sem rumos
O tempo atormenta meus ouvidos zunindo através dos meus pensamentos, os segundos estão passando, minha cabeça está girando, o mundo está acabando.
Ao meu redor, alguma coisa mudou, não sei bem o que, mas as coisas estão tão diferentes, e eu queria poder te falar de todas as coisas que eu estou sentindo sem desculpas e atrasos, mas não, não é bem assim que funciona, não é? Mas tudo bem, talvez quando você me encontrar sentada no balanço chorando as mágoas você entenda tudo que eu sempre quis te dizer. Eu não sou de ferro, eu estou decepcionada com essa realidade dura e fria que eu encaro todos os dias sem ser vista no meio dos flocos de neve que caem sob mim. Passos vagos, ruas estreitas, luzes ofuscantes, sentimentos frios, pensamentos em vão, o vento soprando, o tempo passando, o ponteiro do relógio hipnotiza minha mente e eu vou além desse passos vagos, dessa cidade tensa, desses poemas sem brilho, dessa vida sem cor.
E eu vou andando pelas ruas, sem muita expectativa do amanhã, é só mais um bando de pessoas confusas andando por ai, um amontoado de gente como eu, ou talvez uma maré de pessoas alienadas, bem diferentes de mim. E o tempo vai passando, o sol está se pondo e de repente tudo para, o tempo parou, o mundo parou e a vida começa a fazer sentido, é uma pena que dure apenas poucos segundos, então tudo volta ao normal, a Terra completa seu giro outra vez, as pessoas voltam a andar e eu vou seguindo um caminho tortuoso pra tentar encontrar um melhor, por enquanto nada mudou, mas ainda vou achar meu lugar nesse mundo, ainda vou contemplar uma chuva de felicidade caindo sob meus ombros.
Ao meu redor, alguma coisa mudou, não sei bem o que, mas as coisas estão tão diferentes, e eu queria poder te falar de todas as coisas que eu estou sentindo sem desculpas e atrasos, mas não, não é bem assim que funciona, não é? Mas tudo bem, talvez quando você me encontrar sentada no balanço chorando as mágoas você entenda tudo que eu sempre quis te dizer. Eu não sou de ferro, eu estou decepcionada com essa realidade dura e fria que eu encaro todos os dias sem ser vista no meio dos flocos de neve que caem sob mim. Passos vagos, ruas estreitas, luzes ofuscantes, sentimentos frios, pensamentos em vão, o vento soprando, o tempo passando, o ponteiro do relógio hipnotiza minha mente e eu vou além desse passos vagos, dessa cidade tensa, desses poemas sem brilho, dessa vida sem cor.
E eu vou andando pelas ruas, sem muita expectativa do amanhã, é só mais um bando de pessoas confusas andando por ai, um amontoado de gente como eu, ou talvez uma maré de pessoas alienadas, bem diferentes de mim. E o tempo vai passando, o sol está se pondo e de repente tudo para, o tempo parou, o mundo parou e a vida começa a fazer sentido, é uma pena que dure apenas poucos segundos, então tudo volta ao normal, a Terra completa seu giro outra vez, as pessoas voltam a andar e eu vou seguindo um caminho tortuoso pra tentar encontrar um melhor, por enquanto nada mudou, mas ainda vou achar meu lugar nesse mundo, ainda vou contemplar uma chuva de felicidade caindo sob meus ombros.
sexta-feira, 9 de novembro de 2012
Tempos distantes
Acho que eu tirei um tempo pra pensar e talvez repensar tudo que eu já tinha feito até agora na minha vida. Para variar eu encontrei uma série de erros em vários cantinhos empoeirados da minha história, como uma caixa velha enterrada no fundo do quintal. Então eu parei pra pensar, cada erro daquele tinha trago um aprendizado e alguma coisa pra mim, e considero essas "coisas" que cada erro me traz algumas pequenas joias, algo bonito para colocar por cima do erro (não que o erro irá desaparecer, infelizmente isso não acontece). Eu precisava muito desabafar e nessas linhas coloquei tudo o que eu sentia, um coisa forte, algo me consumindo, eu entrando em conflito comigo mesma, ou mesmo em conflito com tudo que estivesse acontecendo fora de mim. Eu realmente não sei explicar. Eu realmente quero acabar com isso, me libertar de alguma forma de tudo que está acontecendo, ou até do meu próprio corpo sair se eu puder pra buscar algo novo e bom em outro horizonte, uma esperança em outro lugar.
E aquela saudade vai machucando o coração aos poucos como se os momentos passados valessem o preço de toda uma vida, talvez seja engano, talvez seja sonho e talvez seja eu, eu posso ser o problema, a solução ou o avesso, basta saber onde eu vou me encaixar nessa história.
E aquela saudade vai machucando o coração aos poucos como se os momentos passados valessem o preço de toda uma vida, talvez seja engano, talvez seja sonho e talvez seja eu, eu posso ser o problema, a solução ou o avesso, basta saber onde eu vou me encaixar nessa história.
sexta-feira, 21 de setembro de 2012
Chuva de verão
Primeiro
uma, logo após duas e segundos depois estavam caindo infinitas gotas de chuva.
Lavaram uma, duas, todas as mágoas que estavam aqui recobertas pela terra seca.
Tocaram meu rosto, molharam meus cabelos, minhas roupas, mas não precisaram
molhar meus olhos já cheios de lágrimas, mas ainda assim lavaram todo o ser
pacato e cheio de desesperanças que estava aqui dentro. Os minutos passaram, as
horas passaram e eu fiquei ali, sem muito o que fazer, apenas esperando que a
chuva parasse e concluísse seu serviço.
Abri a
boca. As gotas de chuva escorreram pela minha garganta suavemente, entraram em
contato com minhas células, preencheram meu corpo. Respirei aquele ar puro com
gotículas molhadas, que entraram em
minha respiração e penetraram meu coração até chegar ao mais profundo e obscuro
lugar do meu ser. O alívio foi instantâneo, injetou calma em todas as minhas
veias, se espalhando por todo o corpo juntamente com o sangue.
Então
eu lembrei de quando dançávamos na chuva sem a mínima preocupação com
resfriados ou olhares intrigados conosco, então eu lembrei outra vez que você
desapareceu no meio de um sonho bom, evaporou
com um fumaça colorida e incandescente, simplesmente se foi... Eu te
procurei nas esquinas, nas lojas, nos cantos improváveis, em todo lugar que
pude, e, de repente eu percebi que você foi um sonho, um sonho que teve de
acabar, e que você era como aquela chuva, passageiro, iria acabar mais cedo ou
mais tarde, serviria apenas de aprendizado. E na hora que tomei consciência
disso a chuva diminuiu o ritmo, e de repente parou, sem mais nem menos, apenas
acabou, como você acabou, como você passou, como você se foi, as gotas de chuva
ficaram marcadas em corpo, alma e coração, assim como todos os momentos estão
na memória, no fundo de minha alma e no canto mais especial do meu coração.
sexta-feira, 14 de setembro de 2012
Pássaro negro
Asas negras carvão cruzando o céu, minha visão tortuosa acompanha seu movimento suave e delicado através das nuvens de algodão espalhadas nesse céu infinito. Pássaro negro solitário, vai levando as mágoas, vai voando através dos sonhos e suavizando os medos,vai levando os segredos para um lugar distante. Me leva contigo em seu voo leve, vai mais além do que meus olhos enxergam, vai entrando em mim com sua essência escurecida, com suas viagens extensas pelo meu caminho, com suas canções eternas que me embalavam, vai tomando conta de mim, um pedaço por vez, um momento por vez, desfazendo um laço a cada vez que passa aqui. Cruza por dentro de mim, penetra meu coração e leva tudo embora, meu pássaro negro, meu eterno segredo, meu alívio vital.
Meu pássaro negro, esperançoso, cauteloso, carinhoso. Toma conta de mim, não me deixe aqui sozinha, apenas cuide de mim, me acolha em suas asas carbonizadas de amor, faça cada dor ser uma pequena gota de chuva que se colide contra o chão e evapora com o sol. Seja minha única e verdadeira companhia, seja profundo em sua cor fortaleza, seja o tudo em meio ao caos do nada. Meu pássaro negro, vai indo pra longe, vai levando tudo embora, vai queimando todo o passado em seu coração de carbono, meu pássaro negro, se foi pra longe, levou tudo embora, queimou tudo no pretérito já vazio. Me protege dos desmoronamentos desse presente perto do fim e me aguarda em um futuro próximo, em uma campina, em uma montanha, lá no topo, me esperando para que eu encontre minha nova vida.
"Corvo
O corvo representa o mistério, a magia e uma mudança de consciência. Ele nos ensina a dar forma ao que é disforme. Ajudando-nos a confrontar nossas imperfeições, o Corvo nos lembra que temos o poder de transformar tudo o que temos coragem de encarar. Um metamorfo natural, o espírito do Corvo permite que usemos o disfarce necessário para cada situação, chegando ao ponto de nos tornarmos invisíveis para os demais. O Corvo nos ajuda a trabalhar a magia das leis espirituais para manifestar o que precisamos e para trazer a luz da escuridão"
(The Soul Seekers-Sonhos_Alyson Noël)
Meu corvo voa sob meus ombros, suas asas me purificam, meus sentidos captam seus movimentos e meus olhos anseiam por sua chegada, por sua vinda ao meu encontro mais uma vez, muda minha vida, injeta minha metamorfose ambulante nas veias, me faz inteira, uma parte to teu ser, compartilhamos do mesmo sopro de vida, da mesma alma viva.
Meu pássaro negro, esperançoso, cauteloso, carinhoso. Toma conta de mim, não me deixe aqui sozinha, apenas cuide de mim, me acolha em suas asas carbonizadas de amor, faça cada dor ser uma pequena gota de chuva que se colide contra o chão e evapora com o sol. Seja minha única e verdadeira companhia, seja profundo em sua cor fortaleza, seja o tudo em meio ao caos do nada. Meu pássaro negro, vai indo pra longe, vai levando tudo embora, vai queimando todo o passado em seu coração de carbono, meu pássaro negro, se foi pra longe, levou tudo embora, queimou tudo no pretérito já vazio. Me protege dos desmoronamentos desse presente perto do fim e me aguarda em um futuro próximo, em uma campina, em uma montanha, lá no topo, me esperando para que eu encontre minha nova vida.
"Corvo
O corvo representa o mistério, a magia e uma mudança de consciência. Ele nos ensina a dar forma ao que é disforme. Ajudando-nos a confrontar nossas imperfeições, o Corvo nos lembra que temos o poder de transformar tudo o que temos coragem de encarar. Um metamorfo natural, o espírito do Corvo permite que usemos o disfarce necessário para cada situação, chegando ao ponto de nos tornarmos invisíveis para os demais. O Corvo nos ajuda a trabalhar a magia das leis espirituais para manifestar o que precisamos e para trazer a luz da escuridão"
(The Soul Seekers-Sonhos_Alyson Noël)
Meu corvo voa sob meus ombros, suas asas me purificam, meus sentidos captam seus movimentos e meus olhos anseiam por sua chegada, por sua vinda ao meu encontro mais uma vez, muda minha vida, injeta minha metamorfose ambulante nas veias, me faz inteira, uma parte to teu ser, compartilhamos do mesmo sopro de vida, da mesma alma viva.
sexta-feira, 7 de setembro de 2012
Coração
O médico me deu mais 3 anos de vida, a vida me deu um prazo pra ser feliz, eu sequei as lágrimas, mesmo que elas continuem a cair. Eu me levantei da cama e a tontura se manifestou outra vez, fui até o banheiro e me olhei no espelho, encarei minha própria imagem refletida e me perguntei o que eu teria feito da minha vida. Porque eu havia guardado todas as memórias, todas as mágoas, todas aquelas tristezas, porque eu havia guardado todo o meu passado dentro de mim? Porque eu havia guardado toda aquela bagunça emocional como frases ocultas em livros, como letras minúsculas em contratos de venda. E meu coração, dilacerado, aberto, ardente, maltratado e doente; doente de amor pela felicidade que eu tanto busco.
Hoje eu acordei e o sol brilhava, apagando as sombras, apagando meus medos e então abri meu sorriso; aquele que já estava escondido em gritos de tristeza e lágrimas pesadas; olhei o céu azul que se estendia por todo o horizonte, olhei toda a luz contemplando a felicidade e da janela eu podia ver todo o mundo lá fora me esperando para ser feliz. O sol cor de ouro reluzente invadiu meu apartamento e deu alguns minutos de felicidade, inundou meus olhos com uma luz profunda, meu deu vida, me trouxe ar outra vez, me fez feliz, me trouxe lucidez.
E a tristeza pode voltar quantas vezes ela quiser, a felicidade também vai vir quantas vezes ela quiser, vou receber a visita de uma delas todos os dias, não saberei quem , ou quando irá chegar. Feliz ou triste estarei vivendo, chorando, sorrindo, enfim, vou aproveitar o que vier de alguma forma, reciclar as emoções e tentar me levantar do meu retiro de vida.
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